Jovem tem liberdade provisória após acusação de matar gato em condomínio de Garça

Justiça reconhece gravidade do crime, mas concede liberdade ao réu primário; caso segue investigação da Polícia Civil

Por Redação Conexão 294

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Jovem tem liberdade provisória após acusação de matar gato em condomínio de Garça

A Justiça concedeu liberdade provisória ao jovem preso em flagrante por suposto crime de maus‑tratos que resultou na morte de um gato encontrado queimado dentro de uma churrasqueira em um condomínio do bairro Williams, em Garça.

Detalhes da investigação

Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi identificado pelas imagens do monitoramento do residencial. O porteiro encontrou o animal queimado e, nas gravações, o investigado aparece segurando o gato pela cauda e arremessando‑o contra paredes antes de colocá‑lo em uma caixa de papelão. Posteriormente, retornou ao local com óleo de cozinha e papéis, que seriam usados para o ato.

Decisão judicial

Durante a audiência de custódia, o Ministério Público requereu a conversão da prisão em preventiva, mas o juiz Paulo Gustavo Ferrari entendeu que não havia requisitos para mantê‑la. Apesar de reconhecer a “elevada gravidade” e a “altíssima carga de reprovabilidade” do fato, considerou que o acusado é primário, tem residência fixa e exerce atividade lícita, razão pela qual concedeu liberdade sem fiança, impondo medidas cautelares.

Próximos passos

O réu deverá comparecer a todos os atos processuais e não se ausentar da comarca por mais de oito dias sem autorização judicial. A pena para maus‑tratos com resultado morte pode chegar a cinco anos de prisão, multa e proibição de guarda de animais. O caso continua sob investigação da Polícia Civil.

Fonte: marilianoticia.com.br

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