Estudantes da Unesp Marília iniciam paralisação geral em protesto por moradia e alimentação
A greve, aprovada em assembleia, tem duração indefinida e inclui bloqueio de salas com "cadeiraço"; professores não aderem e negociam salário.

Alunos da Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) da Unesp, campus de Marília, deram início nesta sexta‑feira (15) a uma paralisação geral por tempo indeterminado. A ação começou às 7h com um "cadeiraço" que impede a entrada nas salas de aula, porém a unidade permanece aberta ao público.
Motivações dos estudantes
Em assembleia geral realizada na noite de quinta‑feira (14), centenas de estudantes aprovaram a mobilização. Entre as principais reivindicações estão a entrega da moradia estudantil, o reajuste do auxílio‑permanência, a substituição das empresas prestadoras de serviço e a ampliação da oferta de alimentos no Restaurante Universitário (RU).
Contexto e repercussão
O protesto em Marília faz parte de um movimento mais amplo que já alcança mais de 30 cursos em diversos campi da Unesp, tanto na capital quanto no interior paulista. A programação define que a paralisação se estenda ao longo do dia, com debates sobre o RU à tarde e a definição de próximas ações para a semana seguinte.
Reação da reitoria e dos professores
Professores e demais servidores da universidade não aderiram à mobilização e permanecem em negociação salarial com a reitoria, que ainda não se pronunciou oficialmente sobre as exigências estudantis.
Fonte: marilianoticia.com.br


